A psicóloga da Associação Brasileira de Esclerose Tuberosa (ABET), Maria Inez Barroso, explica sobre o atendimento clínica realizado às crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) na instituição.
A profissional destaca que o atendimento clínico para as pessoas neurodivergentes é essencial para que elas possam desenvolver habilidades de comunicação, autonomia, autorregulação e das emoções. Segundo a profissional, todo ser humano é capaz de desenvolver habilidades quando estimuladas.
Para que o trabalho seja assertivo e eficiente, ele acaba sendo dividido em dois pontos: na instituição – com atividades estimulantes – e com a família. Isso porque a família desempenha um papel primordial no tratamento e, às vezes, o próprio desconhecimento sobre os transtornos pode ser o responsável pela limitação do paciente.
A ABET promove o acolhimento às mães e a família para que eles saibam como lidar com o estresse associado ao autismo e ao TDAH de forma leve e que permita que seja criada uma rotina mais harmoniosa. A associação também conta com uma equipe multidisciplinar composta por fisioterapeuta, pedagogo, psicopedagogo e neuropsicólogo para atendimento voltado ao processo integral e as peculiaridades de cada paciente.






