Conheça a ABET: suporte para Esclerose Tuberosa

Conheça a ABET: suporte para Esclerose Tuberosa

A TV Alterosa, emissora de Minas Gerais, mostrou na quarta-feira (26/8/25), uma reportagem sobre a Associação Brasileira de Esclerose Tuberosa (ABET) e seu atendimento multidisciplinar a várias crianças.

Márcia Silva, presidenta e fundadora da ABET falou da longa trajetória de lutas que envolve o diagnóstico e tratamento multidisciplinar da Esclerose Tuberosa, doença ainda pouco conhecida pela população, que tem como principal característica a formação de tumores em órgão vitais do corpo.

A associação auxilia famílias desde o diagnóstico até o tratamento multidisciplinar de crianças que já desenvolveram a doença, não apenas em Minas Gerais, mas também em São Paulo e Curitiba, o que resulta na grande necessidade de ajuda financeira para a manutenção dos tratamentos.

“Somos de uma cidade bem pequena do interior e até então ninguém tem conhecimento da doença, nós e a ABET estamos levando aos poucos.”, relata Glauciene Milagres, mãe de criança assistida e que descobriu a ABET por meio das redes sociais.

Com centenas de crianças assistidas, a ABET pede ajuda para custear o tratamento completo de crianças e adolescentes que precisam de remédios que custam até 10 mil reais e tratamento com multiprofissionais.

“É uma doença grave com tumores que afetam todos os órgãos vitais e que se não tratados a criança pode vir a óbito. O trabalho é feito com neuropediatras e medicamentos de alto custo para a redução das crises convulsivas e tumores”, diz a presidente.

Quanto mais rápido for o diagnóstico, melhores são as chances de tratamento correto e o aparecimento de resultados positivos na parte cognitiva e motora.

Para continuar ajudando, a ABET também precisa de ajuda, e é aí que você entra! Quem quiser e puder ajudar é só entrar em contato com a associação pelo Instagram @‌abet.org ou através do site https://abet.org.br .

“Quero dar a essas famílias a mesma oportunidade de tratamento que dei a minha filha, pois só uma mãe que tem um filho com Esclerose Tuberosa sabe o quanto é difícil, finaliza Márcia Silva.